segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Boletim Informativo do Edifício Olinda - Dez 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Kassab vistoria reforma da Roosevelt e diz que obras devem estar concluídas dentro de dois anos

A
sábado, 7 de agosto de 2010
Praça Roosevelt, em São Paulo, terá reforma de R$ 37 milhões
JAMES CIMINO
DE SÃO PAULO
O projeto de reforma da praça Roosevelt, no centro de São Paulo, cujo início estava previsto para 2006, parece que finalmente vai sair do papel. A nova praça terá um cachorródromo, playground e até uma minibiblioteca.
No último sábado, a prefeitura publicou no "Diário Oficial" do município os detalhes da licitação pública para a execução da obra.
A reforma deve durar dois anos e consumir R$ 37 milhões. Há quatro anos, o custo era avaliado em R$ 13 milhões --mais do que a reforma das praças da Sé e República juntas (R$ 7,2 milhões).
Segundo o arquiteto Carlos Roberto de Azevedo, co-autor do projeto encabeçado por Rubens Reis, a nova praça privilegiará a acessibilidade. Serão construídas rampas e escadas, e a laje principal será impermeabilizada.
"Com isso, será possível plantar mais árvores. Também terá um anfiteatro bem pequeno em frente à área onde estão os [grupos teatrais] Sátiros e os Parlapatões."
| Editoria de Arte/Folhapress | ||
MENOS BARULHO
Dentre as intervenções, haverá duas que trarão mais conforto aos moradores do entorno da Roosevelt. Os dois fossos que hoje exibem o tráfego da radial Leste-Oeste serão fechados. Isso, segundo o arquiteto, diminuirá o barulho do trânsito.
Além disso, o trecho final da rua João Guimarães Rosa, entre as ruas da Consolação e Gravataí, será transformado em um calçadão.
Na área do atual 7º Batalhão da Polícia Militar serão construídos banheiros públicos e um comando da GCM (Guarda Civil Municipal). A nova praça terá um posto da PM, mas voltado para a rua Augusta, quase na esquina da rua Nestor Pestana.
Segundo o diretor-executivo do consórcio vencedor da licitação, Pedro Luiz Paulikevis dos Santos, a assinatura do contrato para o início das obras deve ser fechado em duas semanas, pois ainda há trâmites a serem resolvidos com o banco financiador.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Saiu na FOLHAOnLine
ANDRÉ MONTEIRO
da Folha Online
A Prefeitura de São Paulo abriu concorrência pública na última sexta-feira (8) para que empresas interessadas enviem propostas para a revitalização da praça Roosevelt, no centro da cidade. Segundo o texto publicado no "Diário Oficial", a revitalização prevê "demolições, obras de recuperação e reforço estrutural, reforma de espaços remanescentes, construção de novas estruturas e implementação de ações de adequação e requalificação arquitetônica e paisagística" da praça.
Violência e ação da prefeitura afastam público da praça Roosevelt
A revitalização da praça Roosevelt já era alardeada desde a gestão do então prefeito e hoje governador José Serra (PSDB) com uma das principais intervenções no centro da cidade, mas até hoje poucas medidas saíram do papel.
A concorrência da Secretaria de Infraestrutura Urbana e Obras ocorre numa época em que a praça tem sido palco de violência. O dramaturgo Mario Bortolotto foi atingido por tiros em uma tentativa de assalto na madrugada de 5 de dezembro. Ele se recuperou após 23 dias de internado.
No dia 4 de janeiro, um homem de aproximadamente 20 anos foi morto a golpes de faca por volta das 15h. Pessoas que trabalham na praça informaram à polícia que ele era morador de rua.
A praça também sofreu degradação em maio, quando um impasse entre a prefeitura e a empresa responsável pela varrição do centro deixou o local sem a limpeza adequada. O lixo ficou espalhado e áreas acumularam entulho.
O edital da concorrência ainda não foi divulgado --a secretaria afirma que estará disponível a partir do dia 18--, mas o prazo para a entrega das propostas é 19 de fevereiro, data em que está marcada uma cerimônia no auditório da secretaria, na Galeria Olido.
Onze anos
No ano passado, reportagem da Folha Online informou que a revitalização do espaço se arrastava por 11 anos. O projeto de reurbanização já estava concluído pela Emurb (Empresa Municipal de Urbanização), mas a empresa não informou as datas estimadas para o início da obra.
Na ocasião, o advogado Enrique Rodolfo Marti, da Ação Local Roosevelt, ligada à Associação Viva o Centro, disse que após pedido da entidade foi feita a quebra das paredes de um supermercado que funcionava no local e de uma escola infantil. A demolição foi feita pois após a desocupação dos locais, moradores de rua se instalaram na região.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Boletim Informativo do Edifício Olinda - Dezembro 2009
A modernização do elevador 2 já está em andamento. Já foram trocados os cabos de aço e a polia foi retificada. Agora será substituído o quadro de comando mecânico por um eletrônico, tornando o elevador 2 (do meio) tão rápido e seguro quanto o primeiro. Os dois trabalharão interligados, diminuindo o tempo de espera nos andares. A conclusão do serviço está prevista para o final de janeiro. Serão trocadas também as botoeiras de pavimento e colocadas grades de segurança sobre as cabines dos três elevadores, atendendo assim normas de segurança do CONTRU. O custo do novo quadro de comando foi de R$75.530,00, com entrada de R$15.106,00 e a 1ª parcela de R$10.000,00. O valor restante foi dividido em 10 prestações iguais de R$5.042,40.
Terminada essa obra, os elevadores 1 e 2 (modernizados) serão destinados ao uso social, ou seja, exclusivamente para o transporte de pessoas, enquanto o elevador 3, passará a ser o nosso elevador de serviço. Somente neste deverão ser feitas mudanças, retirada de entulho, de lixo, transporte de bicicletas, de moveis e eletrodomésticos, assim como, condução de animais de estimação. Continuamos contando com sua colaboração na conservação e utilização apropriada dos elevadores, afinal tais benfeitorias representam um grande investimento de todos.
Impermeabilização e Limpeza dos Reservatórios D’Água
Os dois pequenos reservatórios d’água do 13º andar e os dois grandes do sub-solo foram impermeabilizados e revestidos com forração higiênica, que consiste numa capa plástica removível, eliminando assim a necessidade de limpeza semestral. As capas devem ser trocadas anualmente. Além da economia, isso proporciona melhoria na qualidade da água. O custo dessa obra foi de R$2.180,00 para as caixas do 13º andar, com entrada de R$1.090,00 e três parcelas mensais de R$363,33 e de R$5.560,00 para as grandes caixas do sub-solo, com entrada de R$3.448,00 e três parcelas de R$704,00.
Resta ainda executar os mesmos serviços nos dois grandes reservatórios da cobertura do prédio. Os orçamentos para isso estão sendo solicitados.
Melhorias no Sistema de Interfones e Antenas
Investimentos no sistema de interfônia do condomínio estão sendo feitos, por exemplo, foram trocados cabos, placas de ramal, a mesa operadora, além da reorganização da fiação na central-portaria. No entanto, a substituição completa do cabeamento de interfones, indicada por algumas empresas de manutenção, ainda não foi possível em função do custo elevado da obra. O que a encarece é o fato de que além de novos cabos talvez seja necessária a passagem de novos conduites por todos os andares.
Uma nova empresa de manutenção de interfones e antenas, a Terra Sat, foi recentemente contratada e tem prestado um bom serviço até o momento.
Os problemas que temos hoje com relação às antenas se devem a modificações feitas por condôminos na fiação interna de seus apartamentos, pois, ao fazê-las, interromperam a transmissão do sinal para os apartamentos debaixo. As ligações estão sendo refeitas. Por isso, pedimos que qualquer modificação necessária na fiação elétrica, especialmente da antena e telefone do seu apartamento, seja comunicada ao zelador ou síndico para que eles possam instruí-lo sobre a correta execução do serviço.
Coleta Seletiva de Lixo
A coleta seletiva de lixo do condomínio tem tido cada vez mais adesões. Isso demonstra que as pessoas estão se conscientizando sobre a importância social e ecológica dessa iniciativa. Importante lembrar que alguns procedimentos são necessários para que a coleta seja realmente proveitosa, por exemplo, o material reciclável precisa estar limpo e seco e deve ser depositado na lixeira correta, senão todo o material coletado pode ser perdido. Para maiores informações sobre materiais recicláveis e procedimentos de coleta acesse o portal da prefeitura na Internet no link: http://portal.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/servicoseobras/limpurb/0005
Boas Festas
Esse foi um ano de conquistas para o condomínio com a realização de obras importantes e é óbvio que isso só foi possível graças à colaboração de todos. Esperamos que o próximo ano seja ainda melhor, mantendo firme a proposta de fazer do Edifício Olinda, cada vez mais, um lugar em que nos orgulhamos de morar. Desejamos a todos os condôminos um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Secovi-SP orienta condomínios sobre lei antifumo

Parque da Augusta – A Central Entrevista
A maioria das pessoas se relaciona imediatamente com “vida noturna” quando ouve a palavra Augusta. Diferentemente das pessoas que só passam por aqui a trabalho ou diversão, fazemos um grande esforço para que a identidade da região não desapareça. Aliás, tive a grata oportunidade de entrevistar uma super “Persona Augustina” que muito tem feito para que a única área verde da baixa-Augusta não seja tomada de seus moradores e visitantes."The Green Augusto" by San Picciarelli
Sim, estou falando mesmo do Parque da Augusta. Uma peça fundamental no processo de revitalização do centro da cidade – em especial, a região da baixa-Augusta. A luta é constante. Ah… Você nunca ouviu falar do parque? Então preste atenção na letra de Sérgio Carrera. Além de fundador de um movimento em defesa do Parque Augusta, Sérgio é um estabelecido residente e também a mola propulsora de diversas ações por aqui.
Só para encaminhar corretamente a entrevista, o Comitê Aliados do Parque Augusta se formou pela união de pessoas (uma maioria de síndicos da região) que frequentam o parque e que têm a mesma visão em relação à preservação ambiental. Tudo começou com uma feroz defesa desta última área verde na região central de São Paulo, uma verdadeira jóia em meio ao grande caos urbano que orbita ao seu redor. Com sucesso, a construção de um hipermercado, um museu da música e 4 torres de edifícios foram embargados entre 4 e 5 anos de luta, algo que soterraria todas aquelas árvores e plantas. Foram várias audiências públicas, atos públicos, abraços ao parque, abaixo assinado etc.
A entrevista, por sua natureza de memória, é um pouquinho mais longa – mas vale a pena…

por San Picciarelli
· San Picciarelli (Central da Augusta): De onde surgiu a idéia (ou vocação) para que você fundasse o “Aliados do Parque” Sérgio?
Sergio Carrera (Amigos do Parque Augusta) - Somos frequentadores do Parque há alguns anos e de repente, fomos impedidos de entrar, sem explicações. Começamos então a vasculhar o histórico do parque, pois já circulavam informações de que ali seria uma área em processo de tombamento. Logo em seguida surgiu nos jornais a notícia de que no terreno do parque seria construído um hipermercado. Foi então que formamos os Aliados do Parque Augusta e o Movimento SOS Parque Augusta com o objetivo de protegê-lo da destruição.
· Central: Fale um pouco sobre as batalhas que tem enfrentado ao longo do tempo.
Sérgio: A primeira ação que fizemos foi um abraço ao parque e tinha o propósito de chamar a atenção da opinião pública e da imprensa para o absurdo que estaria prestes a acontecer: a destruição de 24 mil m2 de área verde, com árvores centenárias e uma diversidade de pássaros… a última área verde do Centro. Buscamos o apoio de escolas da Região, principalmente do Caetano de Campos, associações de moradores da região e começamos a nossa jornada. Marcamos presença em diversas audiências públicas levando alunos com cartazes de protesto; realizamos vários atos públicos para sensibilar as autoridades responsáveis, caminhadas até a câmara dos Deputados e passeatas até a Prefeitura. Repetimos alguns abraços ao parque em ocasiões comemorativas ao meio ambiente e criamos um abaixo assinado que hoje contém mais de 8.000 assinaturas de apoio ao Movimento.
· Central: Existem outras pessoas ou organizações envolvidas na causa?
Sérgio: Existem sim. Como disse, algumas associações de moradores nos apoiam, como a SAMORCC, as Escolas Caetano de Campos e Ana Cintra. Porém, temos uma preocupação muito grande de manter o movimento apartidário. Esta é uma ação de cidadania, de pessoas lutando pelos seus direitos constitucionais e temos direito ao bem estar e ao meio ambiente… E isso que é muito bacana, precisamos resgatar e valorizar o poder de conquista do cidadão.
· Central: A área do parque (entre a Caio Prado e a Marquês de Paranaguá) foi tombada em 2004 e a desapropriação algo próximo de R$ 30 milhões, certo? Você pode nos resumir como ocorreu o processo de tombamento?
Sérgio: Então, esta área pertencia ao Colégio de Freiras De Oiseaux até 1967, que doou o terreno para a Prefeitura sob diversas condições: manter a servidão de passagem; não mexer nas árvores, mesmo que caídas; a construção apenas de um hotel de 10 andares, no máximo. Todas estas exigências sumiram das escrituras ao longo do tempo por interesses escusos.Com todos estes movimentos que fizemos e com o levantamento de toda esta documentação referente ao Parque. Criamos um dossiê e o entregamos numa destas reinvindicações à Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, cobrando medidas enérgicas contra a destruição do Parque e pela agilização do processo de tombamento. Conseguimos também o apoio de alguns deputados e senadores que criaram o Projeto de Lei 345/06 que prevê a criação do Parque Augusta. Já foram realizadas diversas audiências na Câmara dos Deputados para votação deste projeto nas quais estivemos presentes. A última foi para aprovação pela Comissão de Finanças da Câmara e obtivemos um parecer favorável ao projeto. A votação final do Projeto está prestes a acontecer e já estamos nos mobilizando para estarmos lá. Este valor de R$ 30 milhões é um valor suposto pelo proprietário do terreno, mas estes cálculos reais deverão ser feitos pela própria Prefeitura e existem outras formas de adquirir o terreno; como trocando por outro de igual potencial construtivo, em outra região.
· Central: Certo. O que você considera emergente e o que considera decadente por aqui?
Sérgio: Infelizmente, pela especulação imobiliária e pelo desinteresse político dos governantes a região central tem mais decadência que coisa emergente. As calçadas esburacadas, construções de prédios em áreas como a Frei Caneca, onde resido, sem planejamentos e estratégias para impedir o transtorno do trânsito que já é caótico. Falta de policiamento para garantir a segurança dos traseuntes é um outro problema. São diversos assaltos à luz do dia nas redondezas sem nenhuma providência das autoridades policiais. Cada vez mais a região está ficando des-arborizada pela própria Prefeitura que poda as árvores com a desculpa de que estão cheias de ‘cupins’. O que vejo de positivo na região é a revitalização da Rua Augusta em si. Estão surgindo uns bares e restaurantes bacanas, alguns supermercados, um público diferente vai se misturando com o ambiente underground da Augusta. Eu gosto disso e isso é bom para a região. O centro tem que ter alegria.
· Central: Sem dúvida. E quais são as previsões e elementos reais sobre uma entrega do Parque Augusta?
Sérgio: É uma incógnita. Por isso, estamos sempre atentos e antenados para entramos em ação na defesa do Parque. Alguns fatos nos deixam otimistas como o próprio tombamento, o encaminhamento favorável do Projeto de Lei 345/06, na Câmara e há algumas semanas temos nos deparado com pessoas fazendo medições no parque que afirmam ser da Prefeitura e que já é certo ali a criação de um Parque. O que nos deixa muito felizes, porém, sempre com um pé atrás. Acho também que a entrega do Parque seria uma primeira batalha, pois a idéia é criar lá um parque diferenciado; o espaço de integração do homem com a natureza. Algo que fosse uma referência de preservação ambiental nos grandes centros e um espaço onde o homem possa conviver, se integrar e estar em contato permanente com a natureza. Espaços para convivência e lazer dos idosos, playground ecológico, trilhas para meditação, áreas para atividades físicas ao ar livre, cursos de reaproveitamento de alimentos e um Centro de Informações de Preservação Ambiental, com informações sobre os locais onde se pode adquirir objetos, móveis e vestuários feitos de material reciclado. Também uma relação de ONGs que trabalham com a preservação do meio ambiente; informações sobre oficinas e cursos de re-aproveitamento do lixo; informações sobre locais onde podemos descartar pilhas e baterias etc.
· Central: Tanto que podemos sugerir e fazer, não? Agora, seguinte, desce a lenha… O espaço agora é para manifestação política: qual é o seu recado para as autoridades, organismos e seus representantes?
Sérgio: Que esta é a hora. Não podemos andar na contramão com relação às ações de preservação ambiental. Está aíestampado diariamente nos meios de comunicação todos os transtornos climáticos, a escassez de alimentos e a previsão de falta de água potável em muito pouco tempo. Cobro das autoridades responsabilidade e consciência. O Planeta Terra está agonizando e pedindo socorro. Se não o ajudarmos agora, nós mesmos sofreremos as consequências. Aos organismos e seus representantes solicito que se disponham a ajudar, se mobilizando de alguma maneira nestas pequenas, mas valiosas ações. Como a nossa: o MOVIMENTO SOS PARQUE AUGUSTA. São muitas destas pequenas ações que salvarão o Homem da extinção.
Sérgio Carrera, muito obrigado.
Somos, pelo Parque!
Sérgio Carrera, além de meu vizinho de rua, é o atual síndico do Edifício Netuno na Frei Caneca. Formou-se em medicina pela UFRJ mas abandonou o sacro ofício pela sagrada arte: o teatro. Atualmente, dirige a sua própria companhia teatral (a Pompacomica) e tem diversos projetos em andamento. Um deles, destaca-se pela sua natureza social: o Projeto “Arte Saúde & Cidadania na sua Cidade”, patrocinado pela empresa Prensas Jundiaí. O objetivo principal do projeto é levar os espetáculos da cia que falam sobre drogas, prevenção às DSTs/AIDS, segurança no trânsito, terceira idade e preservação ambiental e outros temas aos setores mais carentes da sociedade. Também, através do Projetovoraz, já de cunho mais artístico e experimental, coloca em cartaz na cidade o espetáculo “Sete Palmos”, no Espaço do Satyros 1 e “Estão Voltando as Flores”, no Teatro Sérgio Cardoso – com estréia marcada para 07/08. Não perca! A Central recomenda…
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Boletim Informativo do Edifício Olinda - Abril 2009
Pagamentos de apartamentos leiloados foram finalmente efetuados
É com grande satisfação que anunciamos o recebimento dos valores referentes ao leilão dos apartamentos 42 e 148, decorrentes de processos de cobrança judicial por débitos condominiais. O montante recebido por cada um deles, respectivamente, foi de R$19.048,00 e R$26.677,36. Deduzidos os honorários advocatícios em 25 % sobre a soma, a importância total paga ao condomínio foi de R$39.814,96.
É importante registrar que a liberação desses valores foi obtida a duras penas, pois foram colocados empecilhos pelo do advogado à frente do processo para que a restituição ao condomínio ocorresse de forma mais lenta.
Condomínio agora tem conta personalizada
Os tramites para abertura da conta corrente personalizada do condomínio também teve seus percalços. Informado pela administradora sobre a impossibilidade de abertura da conta, o síndico teve que tratar do assunto diretamente com o banco. Após diversos contatos e o envio de uma série de documentos a conta foi finalmente aberta. Essa modalidade de conta foi apresentada como uma opção no momento da escolha da nova administradora. Sua principal vantagem está no acesso aos extratos de movimentação bancária. Na conta pool isso não é possível porque a movimentação envolve diversos condomínios. Acredita-se que esse tipo de conta possibilite maior controle e transparência contábil.
Parede dos fundos do prédio é pichada do 22º até o 14º andar
No dia 25/03/2009, um visitante do apartamento 122 subiu até o 22º andar e pixou as paredes externas do prédio até o 14º andar pelas janelas das escadarias. Um condômino presenciou a cena e ligou para o síndico que imediatamente chamou a polícia. Enquanto aguardavam na portaria, o homem tentou fugir pulando o portão e na tentativa de impedi-lo o síndico foi agredido, sofrendo várias escoriações.
O homem foi conduzido ao 4º D.P., no entanto, não movemos ação por perdas e danos, porque, segundo nossos advogados, isso sairia muito mais caro do que a simples reposição da pintura.
Pedimos a todos os moradores que fiquem atentos com o que acontece no condomínio. Atos de vandalismo, como o citado acima, prejudicam a execução de obras que seriam mais importantes para o prédio.
Reciclagem foi retomada após breve interrupção
A reciclagem continua! Com a crise financeira e a queda no valor pago pelos materiais recicláveis, a empresa que fazia a retirada aqui no edifício fechou. Após certa procura, conseguimos uma cooperativa, a Coopere, que virá retirar semanalmente o material reciclável no prédio. A coleta é solidária, portanto, não receberemos mais os sacos de lixo como ocorria anteriormente. No entanto, a importância da reciclagem permanece. Além dos benefícios sociais e ambientais, ela contribui com a higiene no prédio e com o trabalho dos funcionários da limpeza.
Obras emergenciais
Muitas surpresas indesejáveis aconteceram nos últimos dois meses no condomínio. A primeira delas foi a queima do gerador de energia do elevador do meio. Acionamos a seguradora que cobriu parte do prejuízo. O valor do conserto ficou em R$4.600,00, cabendo ao condomínio o pagamento de R$2.000,00. Foram apontadas as seguintes causas para problema: 1) Excesso de carga nas cabines 2) Infiltrações na casa de máquinas devido à intensidade das chuvas no mês de março.
Aquilo que compete à administração do condomínio já está sendo providenciado, ou seja, a laje da cobertura está sendo impermeabilizada para evitar possíveis infiltrações. Quanto ao excesso de carga, só nos resta apelar para o bom senso dos condôminos em respeitar o número máximo de 6 (seis) pessoas dentro dos elevadores. Os funcionários da portaria já viram sair até 10 pessoas de um dos elevadores. Não há elevador que resista a tal excesso de peso!
O orçamento para a impermeabilização da cobertura foi de R$8.380,00, divididos em três parcelas e com previsão de término para 05/05/2009. Só então será possível instalar o gerador consertado.
A segunda surpresa foi o grande vazamento na tubulação de esgoto em diferentes pontos entre o 1º andar e o sub-solo do prédio, causando muitos estragos no apartamento 17 e na sobreloja 4, além do risco de curto circuito na fiação elétrica em todo lado esquerdo do prédio (distribuição para os apartamentos com final 5, 6, 7 e 8). O problema aconteceu na tarde do dia 30/03/2009 e devido à possibilidade de incêndio foi necessário cortar a energia desses apartamentos até o dia seguinte, quando finalmente o vazamento foi contido.
O orçamento para a troca da tubulação de esgoto ficou em R$5.175,00, em três parcelas iguais e mensais. A verificação e os reparos na fiação elétrica pelos danos decorrentes do vazamento ficaram em R$780,00.
Finalmente, como se não bastassem esses problemas, dias depois do citado vazamento, os apartamentos 206 e 186 ficaram sem energia elétrica. Toda a fiação externa desses apartamentos teve que ser substituída desde os medidores até a caixa de disjuntores. O custo dessa obra foi de R$1.400,00.
Elevador lotado!
Não hesite em dizer isso a quem for entrar sempre que o elevador atingir o limite de 6 pessoas na cabine. Isso evitará gastos extras com manutenção e consertos.
Ajude a conservar a pintura do prédio.
Ao esperar o elevador, não coloque os pés na parede. Elas foram pintadas há menos de 3 meses e já temos andares em que estão cheias de marcas de pés (o 13º andar, por exemplo).
Não fique inadimplente!
Entre em contato com o Síndico para negociar sua dívida de condomínios atrasados. Contatos: Escritório (apto. 17) ou pelo telefone 3151-5135.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
RECICLAGEM - Os 3 "Rs"
Fonte: Embrac
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA DE 11 DE FEVEREIRO DE 2009
Rua Gravatai, 23 – São Paulo – Capital.
Aos onze dias do mês de fevereiro do ano dois mil e nove, às dezenove horas e trinta minutos, em segunda e última chamada, reuniram-se nas dependências do salão Paroquial da Igreja da Consolação, em Assembléia Geral Ordinária, os senhores condôminos do Edifício Olinda, cujas assinaturas foram apostas no Livro de Atas do Condomínio. A Assembléia teve por fim apreciar, discutir e deliberar acerca da Ordem do Dia, conforme Edital de Convocação regularmente enviado e protocolado. Abertos os trabalhos, foi indicado para presidir a mesa, o Sr. Eduardo Jadão - S/loja 04 que, agradecendo convidou a mim, Vera Lúcia do Nascimento - representante da Administradora JHI, para secretariá-lo, não havendo nenhuma objeção. Composta a mesa, o Senhor Presidente declarou instalada a Assembléia colocando em pauta o primeiro item da ordem do dia: “APRESENTAÇÃO E RATIFICAÇÃO DA NOVA ADMINISTRADORA". Com a palavra o Senhor Presidente apresentou a todos a Srta. Vera Lucia e Senhora Ednalva Figueiredo, Gerentes da nova Administradora JHI Imóveis e Consultoria Ltda. Foi comentado que em havendo um novo Síndico que o mesmo não troque de Administradora, tendo em vista que a mesma iniciou-se agora e não houve tempo hábil para verificação do seu trabalho. Ficou ratificada por todos a contratação da Administradora JHI. A seguir foi colocado em pauta o item segundo da ordem do dia: “APROVAÇÃO DAS CONTAS DO PERÍODO DE NOVEMBRO/2007 A DEZEMBRO/2008”. Com a palavra o Sr. Eduardo Jadão – presidente da mesa informou a todos que as pastas já foram examinadas pelos conselheiros os quais referendam sua aprovação. Perguntou se havia alguma dúvida quanto à prestação de contas e não havendo nenhuma manifestação as contas do período de novembro/2007 a dezembro/2008 foram aprovadas por unanimidade. As pastas encontram-se arquivadas no Condomínio à disposição de todos os condôminos. A seguir passou a tratar do terceiro item da ordem do dia: ”APROVAÇÃO DA PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA PARA 2009”. O Senhor presidente informou que no momento não existe a necessidade de reajustar a quota condominial, podendo a mesma permanecer no mesmo patamar e em havendo alguma necessidade será marcada nova assembléia para aplicação do reajuste necessário. Colocado em votação, ficou aprovado por unanimidade que o condomínio permanecerá estável. Após passou a tratar do quarto item da ordem do dia: “ELEIÇÃO DE SÍNDICO; SUB-SÍNDICO E CONSELHO CONSULTIVO PARA O PRÓXIMO BIÊNIO”. O Senhor Presidente pediu para que as chapas fossem apresentadas à mesa. O Sr. Carlos Alberto Bastocellis – apto 61 se candidatou à reeleição, sendo o mesmo eleito por unanimidade e aplaudido por todos em seguida apresentou a sua chapa, ou seja: Sub-Síndica: Senhora Nilciany Camargo – apto 134 e para Conselho Consultivo: Sr. Marcus Vinicius Abbehausen – apto 61; Sr. Eduardo Jadão – S/Loja 04; Sra. Eurani de Oliveira Santos – apto 197 e Suplentes: Sra. Maria Assunção Fonseca – apto 68; Sr. Silvio Ribeiro da Fonseca – apto 43 e Sr. Osmar Scala – apto 231. Em seguida se apresentaram para assumir o cargo de Conselheiros os Srs. Ronaldo P. Freire – apto 12; Sra Idalina – apto 86 e Sr. Fernando Nogueira – apto 16. Colocado em votação ficou aprovada por maioria de votos a chapa apresentada pelo Sr. Carlos Alberto Bastocellis.
Todos permanecerão no mandato por um período de 02(dois) anos. O horário de atendimento do Síndico será de segunda à sexta das 08:00 às 12:00 e das 13:00 às 18:00, porém será necessário ligar marcando horário. Ficou ratificado para efeitos bancários que os cheques continuarão a ser assinados individualmente pelos representantes da JHI Imóveis. A seguir passou-se a tratar do quinto item da ordem do dia: “RATIFICAÇÃO DA PERMANÊNCIA DO SÍNDICO NA CASA DO ZELADOR PELO PERÍODO DE 02(DOIS) ANOS; REMUNERAÇÃO DO SÍNDICO”. Foi informado a todos que tendo em vista que o Síndico trabalha o dia inteiro no condomínio, o mesmo está usando a casa do zelador como escritório. Após perguntou se alguém seria contrário à moradia do Síndico na casa do zelador sem custo nenhum. Manifestaram-se os proprietários dos aptos 127/86/12 e 212. Ficou aprovado por maioria de votos que o Sr. Carlos Alberto Bastocellis – Síndico permanecerá utilizando a casa do zelador pelo período de 02(dois) anos. Quanto à remuneração o mesmo permanecerá recebendo o valor de R$1.250,00 mensais. Após passou-se a tratar do “sexto item da ordem do dia:” DELIBERAÇÃO NO QUE DIZ RESPEITO À DATA DO VENCIMENTO DA QUOTA CONDOMINIAL”. Tendo em vista que alguns moradores têm dificuldade em pagar sua quota condominial no dia primeiro de cada mês, o Sr. Carlos – Síndico sugeriu que se alterasse a data para todo 5º (quinto) dia útil de cada mês. Colocado em votação, ficou aprovado por unanimidade que a partir de março/2009 o condomínio terá o seu vencimento todo 5º(quinto) dia útil de cada mês. Após passou-se a tratar do sétimo item da ordem do dia: “ASSUNTOS DE INTERESSE GERAL”. Foram expostos os seguintes assuntos: apto 16 – informou que á portaria esta mal posicionada e que existem condôminos que ficam na portaria conversando com os porteiros tirando a atenção dos mesmos. Sr. Carlos – Síndico informou que já existe um projeto para modificação da portaria e que em breve a mesma será reformada. Quanto aos condôminos ficarem na portaria conversando com os porteiros vai tomar a providencia cabível. Apto 71- Precisa haver uma cobrança mais rigorosa com os condôminos devedores. O Sr. Carlos – Síndico informa que todos os devedores estão sendo cobrados judicialmente e que na sua gestão já conseguiu receber de dois aptos com dívidas altas e que esses valores que está recebendo estão indo para uma conta separada, porque pretende pagar a metade da obra da reforma elétrica com esses recebimentos, neste momento foi lançado um desafio ao Sr.Síndico, ou seja, se ele conseguir pagar metade da obra com recebimentos de condôminos em atraso, na assembléia de aprovação da reforma elétrica o mesmo poderá colocar em aprovação o aumento da sua remuneração. Desafio aceito pelo Sr. Carlos Síndico. Apto 31 – reclamou que não esta recebendo o resumo das despesas no verso do boleto do condomínio. Foi explicado que esse procedimento continuará a ser aplicado normalmente nos próximos meses. Apto 212 – Perguntou sobre o andamento da pintura do prédio. O Sr. Carlos informou que estava esperando essa Assembléia para dar continuidade à pintura do prédio. O Sr. Carlos Alberto – Síndico foi aplaudido por todos pelo excelente trabalho que está efetuando no condomínio. Nada mais havendo a ser tratado, o Senhor Presidente deu por encerrada a presente Assembléia, cuja Ata foi redigida e assinada por mim, Secretária, seguida da assinatura do Senhor Presidente.
EDUARDO JADÃO Presidente
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Assembléia Geral Ordinária de 2009

Todos os itens do edital de convocação foram apreciados tendo sido aprovadas as contas do condomínio referentes ao ano de 2008, bem como a previsão orçamentária para o ano de 2009, sem que qualquer alteração no rateio condominial tenha sido sugerida.
A contratação da JHI como administradora do condomínio foi ratificada. O síndico, Sr. Carlos Alberto Bastocellis, foi reeleito por unanimidade por mais dois anos. O conselho consultivo teve apenas duas alterações em sua composição: a Srta. Nilciany (apto.134) foi eleita subsíndica e o Sr. Silvio (apto.43) suplente do conselho. Foi ratificada também a continuidade do síndico na unidade 17 (apto. do zelador) enquanto ele permanecer no cargo. Sua remuneração não sofreu alteração, mantendo-se o mesmo valor do ano anterior (2008). Em assuntos gerais foram dados esclarecimentos pelo síndico sobre as obras realizadas, as que estão em andamento e as que se pretende realizar durante a gestão, bem como, sobre o andamento dos processos de cobrança judicial de condôminos inadimplentes.
A ata da assembléia, cujo registro esta sendo feito pela administradora JHI, será encaminhado a todos os condôminos nos próximos dias.

domingo, 21 de dezembro de 2008
Boletim de Dezembro de 2008
O elevador nº. 1 foi modernizado e está em fase de testes para ajustes finais. Todo o cabeamento foi substituído, o gerador eliminado e o quadro de comando agora é eletrônico, resultando num elevador mais rápido e operacional. A mudança tornou possível subir de um andar para o outro sem ter que passar antes pelo térreo. Além disso, o elevador fica estacionado no andar até que haja uma nova chamada, poupando energia. Embora pareça obvio, é importante explicar qual a maneira correta de se fazer a chamada nos pavimentos. Para descer deve-se acionar apenas o botão de baixo e para subir o de cima. Isso é importante porque se houver outras chamadas de subida o elevador irá atender a todas antes de descer, provocando atrasos, ou então, se forem acionados os dois botões, ele irá até o térreo, mas voltará para atender a chamada de subida que também havia sido feita. Outro detalhe importante é que o elevador 1 agora é independente dos outros dois, por isso nem sempre será necessário acionar as duas botoeiras para pegar um dos três elevadores nos pavimentos. Observe antes se algum deles está próximo ao seu andar, principalmente descendo, e acione somente o botão dele, assim você evita que os outros subam ou parem desnecessariamente nos pavimentos. Esse problema acabará quando os outros dois elevadores (duplex) forem modernizados, pois os três passarão a trabalhar em conjunto, atendendo aos andares em função da distância e volume de chamadas simultâneas.
Pintura interna do prédio
O prédio não é pintado internamente há mais de 5 anos e, por isso, os conselheiros e diversos condôminos consideraram a pintura interna do edifício mais importante nesse momento do que a reforma da calçada anunciada no boletim de outubro. A calçada ficará para o ano que vem. As obras de recuperação das paredes já foram concluídas e uma consulta para a escolha da cor a ser aplicada também foi feita. Serão pintadas todas as áreas comuns (corredores, escadarias, lixeiras, casa de máquinas e corrimãos) com tinta acrílica da marca Coral. As janelas não foram incluídas porque terão que ser trocadas futuramente, devido ao péssimo estado em que se encontram. O valor total, somando material e mão-de-obra, foi de R$12.892,00 divididos em três parcelas mensais iguais. Esse orçamento foi substancialmente mais barato em comparação com as demais cotações feitas para esse serviço.
Substituição da Administradora
Este é o último mês que trabalharemos com a administradora Fonsi. A partir de 09/01/2009 a administração do condomínio ficará a cargo da JHI – Imóveis e Consultoria Ltda. situada na Rua da Consolação, 348 – 5º andar – cjs.51/52, bem próxima ao prédio. A mudança foi necessária devido a problemas havidos com a antiga administradora, tais como, erro no recolhimento de INSS, no pagamento de funcionários, no envio e retirada de malote e no atendimento às solicitações do síndico. Foram cotadas sete administradoras da região central e a JHI apresentou a melhor proposta, oferecendo uma taxa ligeiramente inferior a que pagavámos para a Fonsi. Com a mudança a conta do condomínio passa de pool para personalizada, ou seja, teremos acesso aos extratos de movimentação da conta, dando maior transparência a toda movimentação bancária.
Projeto do Sistema Elétrico
Dando andamento ao planejamento da obra geral do sistema elétrico do edifício foi encomendado o projeto de adequação da Casa de Força às normas técnicas, já com a aprovação pela Eletropaulo, a ser elaborado pela empresa de engenharia Dumond. Essa foi uma das empresas indicadas pela administradora Angélica, através da Srta. Irani, membro do conselho do condomínio e disponibilizado para consulta dos condôminos na portaria do edifício durante todo o mês de outubro. A aquisição de um projeto é fundamental para que possamos orçar a execução da obra obedecendo a um padrão. De acordo com os técnicos não adianta substituir a fiação geral do edifício se a Casa de Força não atende às especificações atuais. Todas as empresas que visitaram o prédio foram unânimes em dizer que o maior problema não se localiza nas prumadas de força (fiação de distribuição interna), mas em diversos itens dentro da Casa de Força (local onde ficam os medidores e dijuntores). De posse do projeto poderemos então orçar a execução da obra com mais empresas e escolher a melhor proposta. O valor do projeto foi mantido em R$1.200,00 divididos em três parcelas de R$400,00, conforme o orçamento de outubro. O baixo custo oferecido foi um dos fatores para compra do projeto. Talvez possamos discutir a execução da obra já na próxima assembléia geral, se conseguirmos uma proposta interessante para o condomínio.
Desejamos a todos os condôminos e seus familiares um Feliz Natal e um Ano Novo repleto de realizações
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Boletim de Novembro de 2008
Depois do ocorrido nos últimos dias 03, 23 e 24 de outubro não é exagero dizer que está perigoso transitar nos arredores do edifício Olinda. Por volta das 20h30 do dia 24, um casal que havia estacionado o carro na rua Gravataí em frente ao prédio para assistir a uma das peças de teatro das Satirianas, encontrou, ao retornar, o teto do veículo afundado e cacos de vidro espalhados ao redor. Haviam jogado uma garrafa de cerveja por uma das janelas do prédio atingindo em cheio o capô do veiculo. As pessoas que estavam na pizzaria em frente disseram que a sorte foi a garrafa ter batido no lado do motorista e os cacos voado no sentido da rua, pois senão teriam atingido elas mesmas sentadas nas mesas. O estrago no carro foi grande e o casal deixou claro que irá reclamar o prejuízo ao condomínio em ação judicial. Eles tiraram fotos tanto do automóvel como do prédio e colheram testemunhos com essa finalidade.
Seria possível até pensar que a garrafa caiu acidentalmente. Alguém, ao colocá-la no parapeito da janela, por descuido esbarrou na garrafa e ela caiu. Ainda assim, seria uma irresponsabilidade colocar, mesmo que por instantes, uma garrafa de vidro no parapeito da janela com o risco de cair. Porém, ao que tudo indica, a coisa é bem pior. A pessoa pode ter agido intencionalmente. Alguns fatos anteriores nos levam a considerar essa possibilidade.
Na madrugada anterior, o carro do Sr. Jorge, ex-zelador do prédio e do Sr. Junior, ex-porteiro, também foram atingidos por garrafas de cerveja jogadas pelas janelas. Isso ocorreu por volta das 5h00 da manhã, quando o Sr. Jorge pediu ajuda ao síndico para tentar identificar o apartamento de onde as garrafas possivelmente teriam sido jogadas.
Num prédio como o nosso, com grande quantidade de janelas, e todas tão próximas umas das outras, essa é uma tarefa praticamente impossível. Levantam-se suspeitas, mas não se têm elementos concretos para uma acusação. Enquanto não se descobre o autor ou autores dessas agressões, o vilão fica sendo o condomínio como um todo. Cada vez mais o prédio ganha a fama de um local de baixo nível, onde moram pessoas que põem em risco a vida dos outros.
Queremos mudar essa imagem, pois ela não representa o comportamento da maioria dos condôminos. Uma das formas que acreditamos e, talvez, a única da qual dispomos para conseguir isso é a conscientização. Vamos continuar levando a público os casos de agressão e vandalismo por parte de condôminos que se protegem no anonimato, e, alertando para as conseqüências e riscos de seus atos, esperar que assumam uma atitude mais responsável para com a coletividade e o ambiente em que vivem.
Essa é inclusive a expectativa da nossa vizinhança, por exemplo, da direção da escola Caetano de Campos, dos taxistas e da proprietária e moradora da casa vizinha ao nosso prédio na Rua João Guimarães Rosa, que tem sido alvo constante de objetos atirados por nossas janelas. Para citar apenas o último evento, no dia 03/10 ela mal pôde dormir. Foram três ligações durante a madrugada pedindo ao síndico que a ajudasse a identificar quem estava jogando objetos pesados sobre a sua casa. Novamente, a busca foi em vão. No dia seguinte ela trouxe os objetos que encontrou no telhado: um pedaço de pau, de um metro aproximadamente, garrafas PET com água, cacos de pratos e xícaras e uma quantidade de lixo suficiente para encher um saco. Ela diz que tem sido tolerante até o momento, acreditando no diálogo para solucionar o problema, no entanto, se isso não funcionar, irá tomar uma atitude mais drástica, especialmente se essas agressões machucarem alguém em sua casa. “É compreensível que uma peça de roupa caia do varal nas janelas e vá parar em meu telhado, mas paus e pedras... É demais! Isso já configura agressão e cabe medida judicial”. – ela diz.
Diante de tantas ocorrências e para evitar que algo mais grave aconteça, fica o apelo de que não joguem absolutamente nada pelas janelas do prédio, nem mesmo uma bituca de cigarro, e, ainda, que tomem todo o cuidado possível com objetos que portam quando estão na janela de seus apartamentos, para que não caiam sobre as pessoas e carros na rua. Finalmente, recomendamos que, por precaução, não deixem seus carros estacionados no entorno do prédio.
Esforços no sentido de melhorar a convivência e valorizar o edifício estão sendo feitos, mas a ameaça de atos de vandalismo está sempre presente. Uma das preocupações atuais é a depredação das botoeiras dos elevadores nos pavimentos. Como todos sabem, estamos investindo na modernização dos elevadores e isso envolve a troca dessas botoeiras. Como evitar que elas sejam destruídas como foram num passado recente? Deve-se espalhar câmeras por todo os prédio para vigiar as pessoas? Vamos seguir a lógica da sociedade vigiada? Na verdade, não temos muita escolha, pois a solução da vigilância representa um custo extremamente alto. Vamos, ao invés disso, investir primeiramente na conscientização das pessoas para que zelem pelo local onde moram. Se isso não der certo, então, será necessário adotar formas de controle e vigilância.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Boletim de Outubro de 2008
Foi aprovada a modernização do quadro de comando do elevador 1. Dentre todos os orçamentos solicitados a Assel foi a empresa que ofereceu a melhor proposta. O valor total foi de R$59.530,00 com parcelamento em 12 vezes de R$4.960,83. Essas condições tornaram possível à execução do serviço sem aumento da taxa condominial. A obra deve durar cerca de três meses. Além de minimizar os problemas que o elevador apresenta, a modernização deverá resultar numa redução dos gastos com energia elétrica e manutenção, permitindo a realização de outras obras importantes. Uma delas refere-se à atualização das instalações elétricas, sem dúvida a maior e mais dispendiosa de todas. Os orçamentos para isso já estão sendo solicitados.
Orçamentos para obras nas Instalações Elétricas do prédio
Temos, até o momento, dois orçamentos para obras de reformulação das instalações elétricas do edifício. Eles estão disponíveis na portaria do prédio para consulta. Não deixe de vê-los! Ainda assim, outros orçamentos estão sendo solicitados para que tenhamos uma pesquisa mais abrangente para essas obras. Gostaríamos de contar também com a indicação de empresas pelos condôminos, lembrando que um engenheiro elétrico deve responsabilizar-se pelo projeto e execução do serviço. A idéia é que a partir de uma boa pesquisa de mercado e após a análise de todas as propostas, decidiremos em assembléia sobre a execução ou não da obra.
Normas para Realização de Mudanças
Devido à feira-livre que acontece aos domingos e ao alto fluxo nos elevadores em horário de pico, foi estabelecido que mudanças (entrada ou saída com móveis do prédio), só poderão ser feitas de segunda a sábado das 9:00 as 17:00 hs. Além disso, o zelador deverá ser informado com antecedência sobre o dia e horário da mudança para programar e forrar devidamente os elevadores.
Norma sobre a Fachada do Prédio
A convenção do Condomínio em seu artigo 11º estabelece que: “É terminantemente proibido aos proprietários: “c” colocar flâmulas, tapetes, roupas ou quaisquer objetos nas janelas ou qualquer outro local visível da fachada do prédio. “i” colocar vasos nos parapeitos das janelas ou pendurá-los nas paredes da fachada”.
Essas normas têm por objetivo evitar que a fachada se torne um grande varal de roupas e também para garantir a segurança dos transeuntes contra queda de objetos. A infração a essas normas acarretará multa aos infratores, conforme prevê o artigo 16º item “i” da Convenção do Condomínio.
Locação da unidade 17 pelo síndico
A unidade 17 que funcionava apenas como escritório do condomínio foi alugada pelo síndico até o final do seu mandato em fevereiro de 2009. Isso gerará uma receita adicional para o prédio de R$400,00. Esse valor foi fixado com base na verba de representação de síndico e no fato de que a sala foi mantida como escritório do condomínio. Portanto, para qualquer solicitação ao síndico favor interfonar e/ou dirigir-se ao 1º andar (Unidade 17).
Pesquisa sobre a reforma da calçada
Alguns condôminos sugeriram que a calçada que circunda o prédio seja reformada, pois há muitos buracos e o piso esta gasto e manchado. Existe a possibilidade de rateio dessas despesas com os proprietários das lojas do térreo, porém é bastante provável que alguns não colaborem com isso. Até agora somente a Cidinha, do salão de cabeleireiro e o Roberto, do bar da esquina, concordaram com a reforma. Acreditamos que com a participação deles o custo seria baixo. Mas antes é importante saber o que os moradores do prédio pensam sobre esse assunto, por isso pedimos a todos que se manifestem, dando sua opinião no formulário que está na portaria do edifício.
Recarga de Extintores e Curso de Brigada de Incêndio
Está sendo feita a recarga dos extintores e a reposição das peças faltantes pela Extinsantos. Além disso, essa empresa apontou a necessidade de troca das placas de sinalização dos equipamentos, pois segundo a norma do Corpo de Bombeiros elas devem ser fotoluminescentes, ou seja, no caso de falta de luz elas continuam visíveis. O custo total (recarga, peças e placas) foi de R$2.466,00 com entrada de R$986,40 e mais três parcelas de R$493,20.
O curso de Brigada de Incêndio previsto para o mês de setembro não foi marcado ainda por falta de um espaço adequado dentro do prédio para isso. Gostaríamos que ele ocorresse dentro do prédio para que o maior número possível de moradores comparecesse. Uma possibilidade será realizá-lo na área de serviço nos fundos do prédio com a compra ou aluguel de um toldo para cobrir o local.
Agenda Cultural
Está em cartaz no mês de outubro a peça O Homem Cavalo S/A. da Cia. Estável de Teatro com apresentações aos sábados e domingos às 19 hs. no Arsenal da Esperança, que fica na Rua Almeida Lima, 900 – Metrô Bresser – ao lado do Memorial do Imigrante. A entrada é franca.
Você sabia que os moradores da Pça. Roosevelt pagam apenas R$5,00 para assistir as peças em cartaz no Espaço dos Sátiros I e II. Basta levar seu comprovante de endereço. Aproveite!
Se você tem algum evento ou, até mesmo, algo para vender, aproveite esse espaço para divulgação no prédio. Envie seu texto para edificioolinda@gmail.com que divulgaremos no Boletim e no Blog do condomínio: www.edificio-olinda.blogspot.com
Veja também o Blog do Prof.Antonio Fernandes do Colégio Caetano de Campos sobre a praça Roosevelt: www.pracarooseveltsp.blogspot.com

